Escrito por Ierê Ferreira às 01h18
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Desde que o Samba é Samba
Caetano Veloso e Gilberto Gil
A tristeza é senhora
Desde que o samba é samba é assim
A lagrima clara sobre a pele escura
À noite a chuva que cai lá fora
Solidão apavora
Tudo demorando em ser tão ruim
Mais alguma coisa acontece no sempre
Agora em mim
Cantando eu mando a tristeza embora
O samba ainda vai nascer
O samba ainda não chegou
O samba não vai morrer
Veja, o dia ainda não raiou.
O samba é o pai do prazer
O samba é o filho da dor
O grande prazer transformador.

Caetano e Minha filha Iarinha
Foto: Ierê Ferreira
Escrito por Ierê Ferreira às 10h29
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Festa da vinda
Cartola e Nuno Veloso.
Eu e meu violão
Vamos rogando em vão
O seu regresso.
Se soubesses como choro
E como peço
Pra que nosso fracasso
Se transforme em sucesso.
Apesar de todo erro
Espero ainda
Que a festa do adeus
Seja a festa da vinda
Já perdi tantos amores
Não notei diferença
Pensei que passava um século
Sem a sua presença
Misturada entre as pedras preciosas do mundo
Com um simples olhar
A você não confundo.

Escrito por Ierê Ferreira às 20h19
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